- Mas... não me sai dos olhos!
Eles.
Tão namoradamente eles.
Juntos.
Postos.
Chegados.
Na relva ribeirinha.
[poluidamente ribeirinha]
[de uma veneza tropical escaldante]
[Ele docemente verde, ela marcadamente vermelha.]
Mas, ainda assim, Eles.
Ela feita,Ele também.
Ele colhido. Ela escolhida.
Mas, ainda assim, Eles.
Tão namoradamente eles.
Juntos.
Postos.
Chegados...
Ladeados de si.
Coca e Coco.
Coco e Coca.
Presentes:
a câmera de olhos.
a memória do pensamento.
Ps.:
sombras duras registradas numa mente cansada.
[...]
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Frase Solta VIII
Utopia: possibilidade de caminhar sob um chão de estrelas.
({[Felicidade é poder escolher o seu caminho. Seja ele qual for.]})
({[Felicidade é poder escolher o seu caminho. Seja ele qual for.]})
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Oculum
Angularmente
Posto sobre nós...
Em raro fazer de contemplação
É que miras
O de dentro
Fora
O de fora
Dentro
Levarias
[E levas]
Luz
Ar
Energia
Um transpassar
[Mistério e Magia]
Me pede[m] passagem
Podemos transpassar-lhe[s]
E levas
O de fora
Dentro
O de dentro
Fora
É raro o fazer da contemplação
Contemplemos angularmente
Miremos então...
Posto sobre nós...
Em raro fazer de contemplação
É que miras
O de dentro
Fora
O de fora
Dentro
Levarias
[E levas]
Luz
Ar
Energia
Um transpassar
[Mistério e Magia]
Me pede[m] passagem
Podemos transpassar-lhe[s]
E levas
O de fora
Dentro
O de dentro
Fora
É raro o fazer da contemplação
Contemplemos angularmente
Miremos então...
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Sobre o i
Não há duvidar
Que as unidades
São maiores que o imaginar
Que as unidades
São maiores que o imaginar
Não me venha
Com anos
Com meses
Com dias
Com horas
Com meses
Com dias
Com horas
Quero as vidas
Moduladas
Modulantes
Moduladas
Modulantes
Quero o módulo imaginar
Quero voltar ao número imaginário
Aquele i
[muitas vezes arbitrário]
[muitas vezes arbitrário]
Que tornou o real mais inventado
Não há dúvida:
Há unidades
Há maiores que i
Marcadores:
observações,
pensamentos [não tão] soltos,
prosa prosaica
sábado, 2 de outubro de 2010
E sabes?
[Não] se pode suspender o tempo
[Não] sabes o tempo
[Não] marco o marco de dentro
[Não] tenho o tempo
[Não] me leva agora
[Não] me faça hora
[Não] há suspensão:
Ou vivemos ou [Não]
[Não] há o que esperar
[Não] se pode voltar
[Não] posso suspender o tempo
[Não] marco o marco de dentro
[Não] tenho o tempo
E brincas com as areias do tempo...
Brincantes d'um espaço-tempo...
[Não] sabes o tempo
[Não] marco o marco de dentro
[Não] tenho o tempo
[Não] me leva agora
[Não] me faça hora
[Não] há suspensão:
Ou vivemos ou [Não]
[Não] há o que esperar
[Não] se pode voltar
[Não] posso suspender o tempo
[Não] marco o marco de dentro
[Não] tenho o tempo
E brincas com as areias do tempo...
Brincantes d'um espaço-tempo...
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Sob o tablado e seus espaços
É tarde.
E arde.
Se marca [o passo]
Se marcam [as páginas]
Dessa entrançada ação.
Sem direção geral
Com co-autores
De atos distintos
Nos entreatos
Marcamos a peça
Que propõe
O destino
O desatino
[Por nós]
Dos desalinhos
[sob nós]
D’um dual
Duelo.
E arde.
Se marca [o passo]
Se marcam [as páginas]
Dessa entrançada ação.
Sem direção geral
Com co-autores
De atos distintos
Nos entreatos
Marcamos a peça
Que propõe
O destino
O desatino
[Por nós]
Dos desalinhos
[sob nós]
D’um dual
Duelo.
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